<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6672872176459349250</id><updated>2011-11-09T07:29:07.299-08:00</updated><title type='text'>Milton Post</title><subtitle type='html'>MILTONalidades do quadro da minha vida, prometo desvendar. MILTONeladas de poesia prometo vos dedicar. O Jornalista. O animal politico. O melomaniaco. O cinefilo. O amante do bem, do bom e do belo aqui se vos oferece. Eu hei-de viver e multi-envolver-me, clonando-me em cada Post, aqui.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://miltonpost.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6672872176459349250/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miltonpost.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Milton Machel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13051898816740164193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-G_bLQ3aXWzM/TZrPDgAkJhI/AAAAAAAAABE/-WLqfynHNpY/s220/cowboy.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>20</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6672872176459349250.post-8089118073444439384</id><published>2011-11-09T07:29:00.000-08:00</published><updated>2011-11-09T07:29:07.343-08:00</updated><title type='text'>Robert W. Mcchesnet: Nos EUA, a fusão entre imprensa, poder e dinheiro - Le Monde Diplomatique Brasil</title><content type='html'>&lt;a href="http://diplomatique.uol.com.br/artigo.php?id=977#.TrqcOZXFvR8.blogger"&gt;Robert W. Mcchesnet: Nos EUA, a fusão entre imprensa, poder e dinheiro - Le Monde Diplomatique Brasil&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6672872176459349250-8089118073444439384?l=miltonpost.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://miltonpost.blogspot.com/feeds/8089118073444439384/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://miltonpost.blogspot.com/2011/11/robert-w-mcchesnet-nos-eua-fusao-entre.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6672872176459349250/posts/default/8089118073444439384'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6672872176459349250/posts/default/8089118073444439384'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miltonpost.blogspot.com/2011/11/robert-w-mcchesnet-nos-eua-fusao-entre.html' title='Robert W. Mcchesnet: Nos EUA, a fusão entre imprensa, poder e dinheiro - Le Monde Diplomatique Brasil'/><author><name>Milton Machel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13051898816740164193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-G_bLQ3aXWzM/TZrPDgAkJhI/AAAAAAAAABE/-WLqfynHNpY/s220/cowboy.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6672872176459349250.post-6565178678868860271</id><published>2011-11-09T07:20:00.000-08:00</published><updated>2011-11-09T07:20:07.898-08:00</updated><title type='text'>Frédéric Lordon: A desglobalização e seus inimigos - Le Monde Diplomatique Brasil</title><content type='html'>&lt;a href="http://diplomatique.uol.com.br/artigo.php?id=1018#.TrqaEi00aio.blogger"&gt;Frédéric Lordon: A desglobalização e seus inimigos - Le Monde Diplomatique Brasil&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6672872176459349250-6565178678868860271?l=miltonpost.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://miltonpost.blogspot.com/feeds/6565178678868860271/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://miltonpost.blogspot.com/2011/11/frederic-lordon-desglobalizacao-e-seus.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6672872176459349250/posts/default/6565178678868860271'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6672872176459349250/posts/default/6565178678868860271'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miltonpost.blogspot.com/2011/11/frederic-lordon-desglobalizacao-e-seus.html' title='Frédéric Lordon: A desglobalização e seus inimigos - Le Monde Diplomatique Brasil'/><author><name>Milton Machel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13051898816740164193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-G_bLQ3aXWzM/TZrPDgAkJhI/AAAAAAAAABE/-WLqfynHNpY/s220/cowboy.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6672872176459349250.post-4801965335829050148</id><published>2011-09-28T08:24:00.000-07:00</published><updated>2011-09-29T07:25:15.499-07:00</updated><title type='text'>O adeus do General "sem" biografia</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Journalism is the first rough draft of history”&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; - &lt;em&gt;Phillip L. Graham&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;strong&gt;Nota prévia&lt;/strong&gt;: Este exercício não pretende, de forma alguma, ser um obituário, embora o autor destas linhas seja um adepto dos grandes obituários como bem ensina Gay Talese em seu “Fama &amp;amp; Anonimato”. É que, um obituário deve ser um Requiem, que exige arte e engenho, equilíbrio e destreza, num exercício que constitua q.b. uma justa homenagem ao visado. E, nisso de escrever obituários, ainda me sinto imberbe&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morreu na manhã de hoje na Clínica da Sommerschield, a escassos metros da sua casa e da sede da Frelimo, na Rua da Frente de Libertação de Moçambique, o temerário General Bonifácio Gruveta Massamba.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tido por muitos como &lt;em&gt;&lt;strong&gt;O Dono da Zambézia&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, devido aos seus vastos interesses empresariais na sua província natal e devido ao respeito, temor e poder que ainda infundia sobre os tomadores de decisão naquela rica mas empobrecida província do País. Tido por outros como um homem vertical, Bonifácio Gruveta Massamba diz adeus sem uma biografia publicada - o que convida a que os seus camaradas de toda a hora, historiadores descomprometidos com a propaganda oficial, jornalistas com pendor para investigação histórica e biográfica se empreendam nessa missão, caso ele não tenha deixado registadas notas biográficas para um futuro livro da sua vida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nisto de biografias, é preciso ressalvar que o próprio General soube, a seu tempo e espaço, relativizar o valor de algumas biografias de seus camaradas, devido a verdades que segundo ele muitos deles não contaram sobre a história da luta de libertação de Moçambique. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O facto é que, com biografias/autobiografias bem ou mal contadas, o mérito de alguns dos seus camaradas foi esse, de terem publicado biografias oficiais, obras que sirvam de pistas para a reconstrução menos apologética/panfletária e o mais científica possível da verdade da história de Moçambique.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nisto de biografias e verdade histórica, sempre que pudesse e lhe aprouvesse falar da gesta libertadora, nos últimos tempos, o General Bonifácio Gruveta Massamba vincou a sua verticalidade ao questionar algumas imprecisões em relação àquilo que nos foi ensinado como a história da luta de libertação de Moçambique. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Polémica ou não, o facto é que essa postura recente do General é reveladora de quão ele pretenderia &lt;em&gt;Contar A Verdade&lt;/em&gt;, na sua versão, claro!, se o seu tempo de vida lhe tivesse permitido biografar ou autobiografar a sua existência e seu papel na construção de Moçambique.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Tratando-se, a sua vida, de uma vida que merece ser biografada, só essa postura do General perante a demanda da verdade histórica constitui em si um convite a que corajosos se empreendam, sem medo de represálias ou afã de colher dividendos, na busca de estórias de vida que ajudem a construir uma honesta e justa história da vida do Major General na Reserva, Bonifácio Gruveta Massamba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Parece uma prosa redundante esta, não é? Não se preocupem, que logo chego ao ponto (já está a perguntar, o leitor: &lt;em&gt;so, what’s the point, Milton boy&lt;/em&gt;!?). Permitam-me, antes de chegar ao ponto, mais um exercício hiperbólico, para enriquecer o meu ponto. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nos últimos dias, tenho cruzado opiniões com o meu amigo e guia espiritual sobre o que (mais) devemos ler, sobre o que devemos ler para aprender e apreender da história e, sobretudo, nos tornarmos sujeitos da história. Refugiando-me na minha vocação e condição de jornalista, tenho pendido mais para os livros de Não-Ficção, relatos históricos ou jornalísticos sobre eventos, personalidades e momentos marcantes da história da humanidade e, em particular, de África e de líderes negros. Ele, um jurista roubado ao clube dos Filósofos, argumenta que devemos ler sobretudo Biografias de grandes estadistas, líderes políticos, generais, e obviamente obras de Filosofia. Percebem, aqui, das &lt;em&gt;Conversas Com o Meu Mano&lt;/em&gt;, que mensagem pretendo passar? Se não, regressemos então ao General. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Socorro-me da citação acima, de que &lt;em&gt;&lt;strong&gt;O Jornalismo É o Primeiro Esboço por polir da História&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; e recorro a Severino Ngoenha, no seu desafiador livro &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Por Uma Dimensão Moçambicana da Consciência Histórica&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, para dizer que os registos jornalísticos (grandes entrevistas do General aos media, intervenções do General em várias situações, artigos e depoimentos já publicados com referência aos feitos e momentos de vida do General) podem e devem servir de pontos de partida para biografar o General. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em jeito de remate final, questiono-me: quem pode biografar a vida e obra do General Bonifácio Gruveta Massamba? Serão os historiadores e intelectuais orgânicos do Regime os custódios de tal missão? Será monopólio da Nomenklatura e da Associação dos Antigos Combatentes da Luta de Libertação Nacional? Será tarefa exclusiva do Ministério da Cultura? Ou não será direito de todos os moçambicanos que se sentirem capazes de tal exercício?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Meu apelo: vamos lá democratizar a &lt;em&gt;biografização&lt;/em&gt; da vida e obra dos nossos heróis, líderes, ícones, estandartes, baluartes. Quanto mais biografias (oficiais, autorizadas ou não-autorizadas) sobre a vida dos mesmos, por quem realmente tenha tido papel relevante na vida dos Generais da Nossa Libertação, mais ricas serão as lições de vida que deles pudermos aprender. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao General, que tenha o merecido descanso por tudo o que deu por e para esta pátria de heróis… &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6672872176459349250-4801965335829050148?l=miltonpost.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://miltonpost.blogspot.com/feeds/4801965335829050148/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://miltonpost.blogspot.com/2011/09/o-adeus-do-general-sem-biografia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6672872176459349250/posts/default/4801965335829050148'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6672872176459349250/posts/default/4801965335829050148'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miltonpost.blogspot.com/2011/09/o-adeus-do-general-sem-biografia.html' title='O adeus do General &quot;sem&quot; biografia'/><author><name>Milton Machel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13051898816740164193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-G_bLQ3aXWzM/TZrPDgAkJhI/AAAAAAAAABE/-WLqfynHNpY/s220/cowboy.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6672872176459349250.post-1345909380407825070</id><published>2011-09-20T00:46:00.000-07:00</published><updated>2011-09-20T01:23:14.096-07:00</updated><title type='text'>Problemática de Habitação no País: o “efeito Casa Jovem” ou a oportunidade (perdida?) de tirar o génio da garrafa</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;em&gt;"&lt;strong&gt;O mundo em que vivemos não herdamos de nossos pais, mas nos foi emprestado por nossos filhos."&lt;/strong&gt; (provérbio africano)&lt;/em&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;- Não é, ou pelo menos não deveria ser, vocação do Governo e nem do Fundo de Fomento de Habitação andar a construir casas, mesmo que em massa &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;- O País não se pode dar ao luxo de andar a endividar-se à China, com factura para as futuras gerações, para apenas resolver o problema da pressão demográfico-habitacional em certos bairros de algumas cidades&lt;/em&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;- O Governo revela, com estas empreitadas, que a iniciativa privada do jovem Erik Charas de “Casa Jovem” está a fazer-lhe mossa, ou, para dizer em linguagem djo: o Executivo está com djelass! &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;- Falta Imaginação a este Governo ou, no mínimo, os libertadores da pátria apagaram da memória a Utopia &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;- A autarcização gradual, a bancarização crescente do País e a demonstrada capacidade e heroísmo dos moçambicanos em auto-construções são a onda que o Governo devia aproveitar para potenciar cadeias de valor, cadeias de distribuição e propiciar economias de escala &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Nota prévia&lt;/strong&gt;: Sou um completo leigo em economia e negócios, pouco entendo de matemática e estatística e não fiz nenhuma pesquisa de especialidade nem consult(ori)as para este artigo. Este texto surge de uma simples &lt;em&gt;tusa&lt;/em&gt; de jovem sem casa, mas e sobretudo de um cidadão preocupado com o bem (estar) comum: no caso, problemática de habitação. Não serve, de modo algum, de advertência, desculpa ou justificativa para a minha ignorância, tão só para perceberem como um jovem &lt;em&gt;stakeholder&lt;/em&gt; olha para a questão com &lt;em&gt;olhos de sentir&lt;/em&gt;. Em duas palavras: com senso e sensibilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tese1&lt;/strong&gt;: O lançamento do projecto de 5 mil casas no Bairro de Intaka, no Município da Matola, província de Maputo e o anúncio de mais 5 mil casas para pelo menos 5 províncias ao longo do País constituem uma meia-boa notícia para a problemática de habitação no País. Sim, disse meia-boa notícia ou, se quiserem, quase boa-notícia, por razões que adiante explicarei. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Tese 2&lt;/strong&gt;: Esse lançamento e o adicional anúncio de mais 5 mil casas pelo país, depois da construção das apetecidas casas da Vila Olímpica, no Bairro de Zimpeto, Município de Maputo, revelam que o Governo Moçambicano está a sofrer uma espécie de “efeito Casa Jovem”. Sim, apesar de ainda não estar concretizada, a iniciativa privada do jovem empreendedor e investidor em capital de risco Erik Charas fez claramente mossa no Governo no que a uma política e sua estratégia de habitação diz respeito.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Dizia, na Tese 1, que aquelas boas novas (5 mil casas em Intaka; mais futuras 5 mil pelo país) não passam de meia-boa notícia porque, cá por mim, não é vocação do Estado andar a construir casas para os cidadãos, por mais carenciados que a maioria dos moçambicanos e sobretudo nós os jovens estejamos (incluo-me neste grupo, pois, desde que me casei há 4 anos, já vivi em pelo menos 3 casas e estou a preparar-me para me aventurar na heróica/hercúlea auto-construção). &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Corre, o Governo, o risco de desgastar-se de projecto em projecto ou então de andar a endividar-se em cadeia, perdendo por isso o norte e uma oportunidade de resolver um problema acrescentando valor à economia nacional. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;É que, não sendo Moçambique um país &lt;em&gt;superavitário&lt;/em&gt; em termos de finanças como uma China e nem abonançado de recursos como uma Angola, ir buscar dinheiro e empreiteiros à China para minimizar o problema de habitação em zonas de pressão urbana e imobiliária como Maputo e Matola, a troco de mais dívida para as futuras gerações não é, de forma alguma, a forma mais inteligente de resolver, de vez, a problemática de habitação.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Se o Governo olhasse com olhos de ver para o parque habitacional do país, sobretudo nas zonas urbanas, haveria de notar que muitos dos condomínios e bairros habitacionais que resultaram de iniciativas de auto-construção são uma prova de capacidade interna de construir. Disse CAPACIDADE INTERNA!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ao invés de andar a endividar-se (com a factura da dívida para as futuras gerações) junto da China amiga a fim de construir vilas olímpicas e alguns bairros habitacionais nas cidades de maior pressão demográfico-habitacional, o Governo deve ter uma imaginativa política de habitação que estimule a economia nacional, que potencia a criação de CADEIAS DE VALOR e CADEIAS DE DISTRIBUIÇÃO e que propicia a materialização de ECONOMIAS DE ESCALA para um verdadeiro boom imobiliário-habitacional num país cada vez mais urbanizado.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Vamos lá então explorar estes conceitos, de molde que, na minha leiga proposta, se entenda o que sinto que deve ser uma efectiva política de habitação de desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Em primeiro lugar - questão cara em economia - não é preciso manipular ou extrapolar estatísticas demográfico-habitacionais para se saber que há PROCURA em overdose para provocar OFERTA em orgasmos múltiplos sustentáveis por pelo menos três gerações (digamos, 25 anos intensos de super construções estrategicamente alinhadas para resolver de vez o problema de habitação para uns 100 anos à frente).&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;No meu ponto de vista, a capacidade interna de empreiteiros, engenheiros, arquitectos, construtores que vêem provando pelas várias iniciativas de auto-construção ou de projectos de consórcios/cooperativas de condomínios está em potência para o efeito multiplicador como a terra arável está para a fertilidade. Esta capacidade interna exponenciada pode ser aliada à existência de vasta matéria-prima pelo país, qual tijolo e argamassa para a aplicação de tecnologias de construção num ambiente de expansão da indústria de construção em linha com à autarcização gradual (queira-se urbanização planificada e ecologicamente sustentável) e bancarização crescente do país.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Uma política de habitação alinhada ao estímulo para a industrialização e para a comercialização interna, a qual permita que os municípios, os bancos, as construtoras subsidiadas explorem o filão da PROCURA com uma OFERTA cada vez mais massificada e competitiva, proporcionaria um mercado cada vez mais justo e acessível para todos os bolsos, permitindo uma fluidez e regeneração de recursos – receita para uma autêntica era dourada da construção e da habitação para todos.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Com tanto país por municipalizar, com tanto banco por expandir pelo país, com tanta casa por construir, com tanta matéria-prima por processar, com tanto espaço e tempo para se expandir uma indústria de construção, com tanto mercado de comercialização por criar, imagine-se quanto emprego e empresariado nacional não se vai criar/consolidar, imagine-se quanto dinheiro não vai fluir pelo país por pelo menos 25 anos seguidos.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ao invés de procurar concorrer com e ofuscar o projecto “Casa Jovem”, numa demonstração clara e inequívoca de espírito-&lt;em&gt;djelass&lt;/em&gt; como motivo-condutor para estas 10 mil casas - qual panaceia para a mossa que certamente lhe provocou a ousadia do utópico Erik Charas - este Governo não deveria procurar asas para voar em (l)imitadas iniciativas-&lt;em&gt;cópia de carbono&lt;/em&gt; da angolana Kilamba Kyaxi. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Quando se trate de políticas públicas, de projectos com nome próprio de Juventude e apelido de Futuro, sobretudo em sectores capazes de tirar dos manuais de economia para a realidade conceitos como CADEIA DE VALOR, ECONOMIA DE ESCALA, DESENVOLVIMENTO exige-se do Governo IMAGINAÇÃO, GOLPE DE ASA, UTOPIA. Falta Imaginação a este Governo ou, no mínimo, os libertadores da pátria apagaram da memória a UTOPIA. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;E UTOPIA, caros patrícios, não é pregar o Combate à Pobreza e nem proclamar o Direito de Sermos Ricos. Isso é tão óbvio como ressuscitar La Palisse.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Esta ideologia &lt;em&gt;Guebusiness&lt;/em&gt; de jogar ao &lt;em&gt;Cavalo de Tróia&lt;/em&gt; (entenda-se, trazer a China a nós) está sinceramente a deixar o Governo sem golpe de asa, o Estado altamente endividado para memória futura, o Tesouro sem estofo para novos serviços da dívida e está tão só a transferir o aluguer da nossa soberania económica do colonialismo doador ocidental para o amigo chinês imperial. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Se, através do Fundo de Fomento de Habitação, quiser intervir directamente no processo, ao invés de correr a endividar-se pela China e (de)legar às futuras gerações mais cheques de infindáveis zeros no traseiro, o Governo devia transformar o FFH numa empresa pública (SA, LLC ou seja lá o que for) cotada em bolsa na nossa BVM e devia emitir/vender milhões de bonds e securities por via das quais se associaria/subsidiaria aos municípios e ou bancos para que estes por sua vez sustentem essa época dourada da construção habitacional no país.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Isso, caros patrícios, seria &lt;em&gt;tirar o génio da garrafa&lt;/em&gt;!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PS&lt;/strong&gt;: Enquanto escrevia este texto, provocado pelo pomposo Telejornal da TVM de ontem, apareceu-me na RTP-África um desconcertante documentário “Ser Dreda É Angolano”. Vi ali, caros patrícios, o espírito &lt;em&gt;mwangolê&lt;/em&gt; em expressão pura, crua e nua e assomou-me o &lt;em&gt;xipoko&lt;/em&gt; de Craveirinha – sim, o nosso poeta-mor!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6672872176459349250-1345909380407825070?l=miltonpost.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://miltonpost.blogspot.com/feeds/1345909380407825070/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://miltonpost.blogspot.com/2011/09/problematica-de-habitacao-no-pais-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6672872176459349250/posts/default/1345909380407825070'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6672872176459349250/posts/default/1345909380407825070'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miltonpost.blogspot.com/2011/09/problematica-de-habitacao-no-pais-o.html' title='Problemática de Habitação no País: o “efeito Casa Jovem” ou a oportunidade (perdida?) de tirar o génio da garrafa'/><author><name>Milton Machel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13051898816740164193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-G_bLQ3aXWzM/TZrPDgAkJhI/AAAAAAAAABE/-WLqfynHNpY/s220/cowboy.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6672872176459349250.post-8526929579352395197</id><published>2011-09-15T09:06:00.000-07:00</published><updated>2011-09-15T09:09:16.565-07:00</updated><title type='text'>A Migração Digital em Moçambique: uma reportagem investigativa do CIP</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O CIP conduziu, desde Abril último, uma investigação ao processo de Migração da Radiodifusão Digital em Moçambique.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reportagem investigativa, que o CIP publica agora na sua Newsletter, revela em como o Governo de Moçambique joga dois papéis, no cruzamento entre o interesse público e os interesses privados (de puro negócio) em torno do processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reportagem faz ainda uma incursão aos contornos do negócio da StarTimes, operador privado que tomou a dianteira do processo de migração digital em Moçambique, suas conexões político-empresariais e seu modelo de negócio em África.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia na íntegra a matéria, na Newsletter do CIP, através deste link directo: &lt;a href="http://www.cip.org.mz/cipdoc/98_CIP_Newsletter11.pdf"&gt;http://www.cip.org.mz/cipdoc/98_CIP_Newsletter11.pdf&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6672872176459349250-8526929579352395197?l=miltonpost.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://miltonpost.blogspot.com/feeds/8526929579352395197/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://miltonpost.blogspot.com/2011/09/migracao-digital-em-mocambique-uma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6672872176459349250/posts/default/8526929579352395197'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6672872176459349250/posts/default/8526929579352395197'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miltonpost.blogspot.com/2011/09/migracao-digital-em-mocambique-uma.html' title='A Migração Digital em Moçambique: uma reportagem investigativa do CIP'/><author><name>Milton Machel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13051898816740164193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-G_bLQ3aXWzM/TZrPDgAkJhI/AAAAAAAAABE/-WLqfynHNpY/s220/cowboy.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6672872176459349250.post-2348485274922430412</id><published>2011-09-15T09:05:00.000-07:00</published><updated>2011-09-15T09:05:53.926-07:00</updated><title type='text'>CIP Newsletter nº 11</title><content type='html'>&lt;a href="http://192.168.20.10/article.asp?lang=&amp;amp;sub=news&amp;amp;docno=98#.TnIiEBPahVY.blogger"&gt;CIP Newsletter nº 11&lt;/a&gt;:&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6672872176459349250-2348485274922430412?l=miltonpost.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://miltonpost.blogspot.com/feeds/2348485274922430412/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://miltonpost.blogspot.com/2011/09/cip-newsletter-n-11.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6672872176459349250/posts/default/2348485274922430412'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6672872176459349250/posts/default/2348485274922430412'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miltonpost.blogspot.com/2011/09/cip-newsletter-n-11.html' title='CIP Newsletter nº 11'/><author><name>Milton Machel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13051898816740164193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-G_bLQ3aXWzM/TZrPDgAkJhI/AAAAAAAAABE/-WLqfynHNpY/s220/cowboy.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6672872176459349250.post-4169064794780171473</id><published>2011-08-24T08:37:00.000-07:00</published><updated>2011-08-24T08:51:30.574-07:00</updated><title type='text'>Wikileaks: Novos Telegramas Diplomáticos Americanos de Maputo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Wikileaks libertou hoje uma bateria de novos telegramas diplomáticos americanos sobre Mocambique, produzidos pela Embaixada dos EUA em Maputo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Falta-lhes aquela intensidade mediática dos primeiros "cabos", que vertiam sobre o narcotráfico e a corrupcao ao alto nível do Estado. Mas continuam a ser documentos importantes para que estudantes de relacoes internacionais e jornalistas investigativos se familiarizem sobre o pensar diplomático americano em relacao a Mocambique.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os "cabos" podem ser vizualizados directamente por este, digamos assim, wikilink:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://wikileaks.org/origin/94_0.html"&gt;http://wikileaks.org/origin/94_0.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6672872176459349250-4169064794780171473?l=miltonpost.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://miltonpost.blogspot.com/feeds/4169064794780171473/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://miltonpost.blogspot.com/2011/08/wikileaks-novos-telegramas-diplomaticos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6672872176459349250/posts/default/4169064794780171473'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6672872176459349250/posts/default/4169064794780171473'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miltonpost.blogspot.com/2011/08/wikileaks-novos-telegramas-diplomaticos.html' title='Wikileaks: Novos Telegramas Diplomáticos Americanos de Maputo'/><author><name>Milton Machel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13051898816740164193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-G_bLQ3aXWzM/TZrPDgAkJhI/AAAAAAAAABE/-WLqfynHNpY/s220/cowboy.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6672872176459349250.post-7869776985644802217</id><published>2011-08-22T01:15:00.000-07:00</published><updated>2011-08-22T01:15:23.193-07:00</updated><title type='text'>Pacote Legal Anti-Corrupção: CIP promove seminários de divulgação pelo País</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.cip.org.mz/article.asp?lang=&amp;amp;sub=actual&amp;amp;docno=96#.TlIQCG6jQfs.blogger"&gt;Pacote Legal Anti-Corrupção: CIP promove seminários de divulgação pelo País&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6672872176459349250-7869776985644802217?l=miltonpost.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://miltonpost.blogspot.com/feeds/7869776985644802217/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://miltonpost.blogspot.com/2011/08/pacote-legal-anti-corrupcao-cip-promove.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6672872176459349250/posts/default/7869776985644802217'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6672872176459349250/posts/default/7869776985644802217'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miltonpost.blogspot.com/2011/08/pacote-legal-anti-corrupcao-cip-promove.html' title='Pacote Legal Anti-Corrupção: CIP promove seminários de divulgação pelo País'/><author><name>Milton Machel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13051898816740164193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-G_bLQ3aXWzM/TZrPDgAkJhI/AAAAAAAAABE/-WLqfynHNpY/s220/cowboy.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6672872176459349250.post-5981583573139620400</id><published>2011-04-14T05:38:00.000-07:00</published><updated>2011-04-14T06:20:05.612-07:00</updated><title type='text'>Governação Electrónica ou uma PARVADA DE PATOS QUE NÃO VOAM!?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Nota Prévia&lt;/strong&gt;: quando redigi este post, o título inicial seria &lt;em&gt;Quo Vadis transparência na Governação electrónica? &lt;/em&gt;mas no fim me apercebi que este seria um &lt;em&gt;gajo estéril&lt;/em&gt;, um &lt;em&gt;gajo impotente...&lt;/em&gt;por isso ficou este título final acutilante, portento de &lt;em&gt;Killer Instinct... &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O regime da Frelimo, em toda a extensão do Poder (desde Executivo/Governo; passando por Legislativo/Assembleia da República; Judicial/Tribunais e Ministério Público) tem procurado nos últimos anos mostrar-se aberto à transparência, através do acesso à informação via adesão às novas tecnologias de Informação. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Podemos dizer que o regime da Frelimo, como Partido, como Governo, como Bancada Maioritária no Parlamento, como Poder Judicial está a realizar a Governação Electrónica, com a abertura de sites do Partido, Portal do Governo, da Presidência da República e de instituições do Governo e do Estado, Portais dos Tribunais e da Procuradoria Geral da República. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Leis, decretos, comunicados, Boletins da República, listas e até biografias de membros desses órgãos, informações de eventos e outra informação avulsa ficam à disposição do Cidadão Vigilante e Informa(tiza)do. Para além disso, temos visto o Presidente Guebuza activo na blogosfera, no Facebook, no Twitter, tentando (pare)ser dialogante e aberto ao debate e à crítica. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Num país onde os actos da política, quer do executivo, quer judiciais, quer legislativos, bem assim da esfera partidária do…partidão são todos sujeitos a escrutínio no sentido de se perceber cada vez mais que consequências sócio-económicas trarão para a colectividade e para todos os indivíduos dela parte, o que na verdade todos queremos saber é que bu$ine$$ tais decisões alavancam ou fomentam. Por isso, a verdadeira transparência que pretendemos é aquela que se realiza no acesso à informação sobre os negócios do Estado, regra geral através dos concursos públicos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É por isso que ficamos todos, cidadãos de direito e de facto de Moçambique, esperançosos quando o Estado decidiu criar um Portal dos Concursos Públicos (www.concursospublicos.gov.mz), onde se espera que aqueles sejam publicados &lt;em&gt;online&lt;/em&gt;, assim como o são regra geral no dito diário de maior circulação nacional. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Apesar dessa abertura online, há um mecanismo &lt;em&gt;offline&lt;/em&gt; regulador de todos esses actos políticos que continua a ser bloqueado: A Lei sobre o Direito à Informação, aquela que conferirá aos jornalistas e a todo e qualquer cidadão o direito de aceder às fontes oficiais de informação de interesse público e colocará o regime sob o microscópio da transparência e, daí, à prestação de contas efectiva. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É que essa proposta de Lei, há anos que teima em &lt;em&gt;vegetar&lt;/em&gt; engavetada na Assembleia da República assim como não há uma calendarização para a discussão e aprovação da Lei sobre o Conflito de Interesses, a qual regulará as proibições, limites e incompatibilidades sobre os detentores de altos cargos públicos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ora, como se não bastasse o facto de a lei sobre o direito à informação estar engavetada na AR, desde o ano passado que o Portal dos Concursos Públicos está FORA DO AR. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Numa situação destas, não podemos rastrear e nem mesmo catalogar todas as fases e elementos dos concursos públicos, de onde sai a mola que enriquece e engrandece os nossos &lt;em&gt;tenderpreneurs&lt;/em&gt; (empreendedores feitos de vitórias favorecidas em concursos públicos) e mesmo &lt;em&gt;pretenderpreneurs&lt;/em&gt; (aqueles que ganham licenças e concessões via concursos públicos por esquemas de corrupção e passam tais licenças a subcontratadas, as quais nunca ganham esses concursos porque não são próximas ao regime). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Numa situação destas, a que direito podemos aludir quando não existe uma Lei sobre o Direito à Informação que nos permita exigir, por exemplo, a obrigatoriedade do retorno ao funcionamento do Portal dos Concursos Públicos ou nos permita acedermos a toda a documentação processada e arquivada nas UFSAs (Unidades de Fiscalização e Supervisão de Aquisições) e UGEAs (Unidades Gestoras Executoras de Aquisições) sobre os Concursos Públicos? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Perante esta combinação &lt;em&gt;offline&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;online&lt;/em&gt; de castração do Direito à Informação e Dever de Transparência e Prestação de Contas na esfera pública, não me resta outra alternativa senão classificar os portais da Frelimo, do Governo, da Procuradoria Geral da República, dos Tribunais, dos blogues, Facebook e Twitter do Presidente da República como uma PARVADA de LAME DUCKS: Ou seja, no seu objectivo de acesso à informação e transparência não passam de PATOS QUE (FINGEM MAS) NÃO VOAM!!! &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6672872176459349250-5981583573139620400?l=miltonpost.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://miltonpost.blogspot.com/feeds/5981583573139620400/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://miltonpost.blogspot.com/2011/04/governacao-electronica-ou-uma-parvada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6672872176459349250/posts/default/5981583573139620400'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6672872176459349250/posts/default/5981583573139620400'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miltonpost.blogspot.com/2011/04/governacao-electronica-ou-uma-parvada.html' title='Governação Electrónica ou uma PARVADA DE PATOS QUE NÃO VOAM!?'/><author><name>Milton Machel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13051898816740164193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-G_bLQ3aXWzM/TZrPDgAkJhI/AAAAAAAAABE/-WLqfynHNpY/s220/cowboy.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6672872176459349250.post-8983661205797132724</id><published>2011-04-11T07:27:00.000-07:00</published><updated>2011-04-11T07:27:05.467-07:00</updated><title type='text'>Balanços de empresas podem ser ponto de partida para grandes investigações jornalísticas</title><content type='html'>&lt;a href="http://abraji.org.br/?id=90&amp;amp;id_noticia=1475"&gt;ABRAJI :: Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6672872176459349250-8983661205797132724?l=miltonpost.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://abraji.org.br/?id=90&amp;id_noticia=1475' title='Balanços de empresas podem ser ponto de partida para grandes investigações jornalísticas'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://miltonpost.blogspot.com/feeds/8983661205797132724/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://miltonpost.blogspot.com/2011/04/balancos-de-empresas-podem-ser-ponto-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6672872176459349250/posts/default/8983661205797132724'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6672872176459349250/posts/default/8983661205797132724'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miltonpost.blogspot.com/2011/04/balancos-de-empresas-podem-ser-ponto-de.html' title='Balanços de empresas podem ser ponto de partida para grandes investigações jornalísticas'/><author><name>Milton Machel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13051898816740164193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-G_bLQ3aXWzM/TZrPDgAkJhI/AAAAAAAAABE/-WLqfynHNpY/s220/cowboy.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6672872176459349250.post-7568172429485982199</id><published>2011-04-05T09:11:00.000-07:00</published><updated>2011-04-05T09:11:21.209-07:00</updated><title type='text'>Diario da Zambezia Edicao 1000: A Opiniao de Adelson Rafael</title><content type='html'>&lt;a href="http://manueldearaujo.blogspot.com/2011/04/opiniao-de-adelson-rafael.html"&gt;Manuel de Araujo: A Opiniao de Adelson Rafael&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6672872176459349250-7568172429485982199?l=miltonpost.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://manueldearaujo.blogspot.com/2011/04/opiniao-de-adelson-rafael.html' title='Diario da Zambezia Edicao 1000: A Opiniao de Adelson Rafael'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://miltonpost.blogspot.com/feeds/7568172429485982199/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://miltonpost.blogspot.com/2011/04/diario-da-zambezia-edicao-1000-opiniao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6672872176459349250/posts/default/7568172429485982199'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6672872176459349250/posts/default/7568172429485982199'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miltonpost.blogspot.com/2011/04/diario-da-zambezia-edicao-1000-opiniao.html' title='Diario da Zambezia Edicao 1000: A Opiniao de Adelson Rafael'/><author><name>Milton Machel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13051898816740164193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-G_bLQ3aXWzM/TZrPDgAkJhI/AAAAAAAAABE/-WLqfynHNpY/s220/cowboy.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6672872176459349250.post-7657604066251684237</id><published>2011-04-05T01:51:00.000-07:00</published><updated>2011-04-05T02:20:12.328-07:00</updated><title type='text'>Se o patrício Hama Thay é "SMUGGLER", posso ser "DRUG KINGPIN"?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Acontece em Inhambane, mais precisamente em Vilankulos. Primeiro contou-me o meu amigo Cremildo Churane, jovem cientista político com carimbo da UFICS e ficcionista que no futuro vai ganhar muitos prémios literários ao aliar a sua veia de jornalista a de escritor, embora nao revelado em ambas as facetas. Depois confirmaram os meus outros amigos da ZN: O B Original, o Naldo e o Skools B Free.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Contou-me, o &lt;em&gt;mon vieux (meu velho compincha)&lt;/em&gt; que em Vilankulos há um bar designado assim mesmo: SMUGGLERS. Ora, porque tanto eu como ele lidamos com a língua inglesa assim com a mesma facilidade com que o mocambicano bebe dózemi, percebemos logo que os donos do business se assumem, em termos de designacao como CONTRABANDISTAS. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O meu instinto jornalístico fez-me desconfiar que aquele bar ou complexo turístico nao podia ter sido estabelecido sem registo comercial, sem que se constituisse uma sociedade ou empresa ou companhia por detrás dele. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fui, por isso, a base de dados da Pandora Box Limitada e achei isto: &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nome da Entidade: &lt;strong&gt;Smugglers Vilankulos, Limitada &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Anúncio de : Constituição de sociedade por quotas Publicado em: BR nº 11, III Série de 15 de Março de 2000 - pág. 264 &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Sócios pessoas: &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Wayne Michael Grant &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Sean Grant &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Brett Holloway &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Stephen Parkes &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;António Hama Thay&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Capital : Duzentos milhões de meticais &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Objecto social: Exploração da actividade hoteleira com exportação e importação de bens de consumo, exploração de restaurantes e bar, salão de discoteca e dancing, centros de recreação para turistas. Exercício da actividade comercial, com importação e exportação de bens diversos, transportes, quer de passageiros quer de carga, comércio de compra e venda de automóveis com representação e ou consignação de marcas, bem como actividade imobiliária. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lugar da sede : Maputo - Maputo &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Data da escritura : 02 de Julho de 1999 &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Local e data de assinatura : Maputo, 09 de Fevereiro de 2000 &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fiquei cá com umas ideias. Se uns investidores estrangeiros e o nosso patrício António Hama Thay (&lt;em&gt;será o camarada general frelimista que disse que temos de ter cuidado com a juventude, porque ela pode vender o país?)&lt;/em&gt; podem abrir um negócio dessa natureza toda conforme o seu objectivo social e se declararem CONTRABANDISTAS, será que posso abrir um negócio de venda de pó de talco de bebé, de import &amp;amp; export, venda e comercializacao de fármacos, medicamentos e outros e me registar como DRUG KINGPIN? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ou posso registar o meu business com o brand name de TAX EVADER, MOB BOSS, MAFIA INC.? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Acho que nao preciso traduzir o que significa, em portugues, DRUG KINGPIN...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Legalistas, juristas, comercialistas: &lt;em&gt;quid juris?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6672872176459349250-7657604066251684237?l=miltonpost.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://miltonpost.blogspot.com/feeds/7657604066251684237/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://miltonpost.blogspot.com/2011/04/se-o-hama-thay-e-contrabandista-posso.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6672872176459349250/posts/default/7657604066251684237'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6672872176459349250/posts/default/7657604066251684237'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miltonpost.blogspot.com/2011/04/se-o-hama-thay-e-contrabandista-posso.html' title='Se o patrício Hama Thay é &quot;SMUGGLER&quot;, posso ser &quot;DRUG KINGPIN&quot;?'/><author><name>Milton Machel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13051898816740164193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-G_bLQ3aXWzM/TZrPDgAkJhI/AAAAAAAAABE/-WLqfynHNpY/s220/cowboy.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6672872176459349250.post-2366542333810279242</id><published>2011-04-05T00:59:00.000-07:00</published><updated>2011-04-05T06:46:37.947-07:00</updated><title type='text'>CAMINHOS PARA A INVESTIGAÇÃO JORNALÍSTICA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Publicado em 25/03/2011 por ovigillante - blog da professora Virgínia Salomão &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Autor: José A. Argolo*&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Passos para que a análise investigativa seja feita da melhor forma, desde o tratamento com as fontes até a maneira correta de evitar riscos e interferências na investigação do fato. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Três palavras de início observadas isoladamente: &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;• Céptico (cético) cf. Aurélio: Adjetivo. Do grego skeptikós, pelo latim sceptico. Pessoa que duvida de tudo, descrente (e que, exatamente por isso, deve dirimir dúvidas, buscar a verdade – n. do A.). • Investigação. Do latim investigatione (cf. Aurélio. Ato ou efeito de investigar, busca ou pesquisa). • Repórter. Profissional de Imprensa responsável pela apuração e redação dos fatos noticiosos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Leia na íntegra esta aula de sapiência sobre o métier/missão, aqui: &lt;a href="http://ovigillante.wordpress.com/2011/03/25/caminhos-para-a-investigacao-jornalistica-2/"&gt;http://ovigillante.wordpress.com/2011/03/25/caminhos-para-a-investigacao-jornalistica-2/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6672872176459349250-2366542333810279242?l=miltonpost.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://miltonpost.blogspot.com/feeds/2366542333810279242/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://miltonpost.blogspot.com/2011/04/caminhos-para-investigacao-jornalistica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6672872176459349250/posts/default/2366542333810279242'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6672872176459349250/posts/default/2366542333810279242'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miltonpost.blogspot.com/2011/04/caminhos-para-investigacao-jornalistica.html' title='CAMINHOS PARA A INVESTIGAÇÃO JORNALÍSTICA'/><author><name>Milton Machel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13051898816740164193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-G_bLQ3aXWzM/TZrPDgAkJhI/AAAAAAAAABE/-WLqfynHNpY/s220/cowboy.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6672872176459349250.post-1934226567118792487</id><published>2011-01-05T03:40:00.000-08:00</published><updated>2011-01-05T03:47:31.019-08:00</updated><title type='text'>Lista de Saudades - um recado para a geracao Google/DSTV</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.facebook.com/?ref=home#!/note.php?note_id=157197264327676"&gt;http://www.facebook.com/?ref=home#!/note.php?note_id=157197264327676&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6672872176459349250-1934226567118792487?l=miltonpost.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://miltonpost.blogspot.com/feeds/1934226567118792487/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://miltonpost.blogspot.com/2011/01/lista-de-saudades-um-recado-para.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6672872176459349250/posts/default/1934226567118792487'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6672872176459349250/posts/default/1934226567118792487'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miltonpost.blogspot.com/2011/01/lista-de-saudades-um-recado-para.html' title='Lista de Saudades - um recado para a geracao Google/DSTV'/><author><name>Milton Machel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13051898816740164193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-G_bLQ3aXWzM/TZrPDgAkJhI/AAAAAAAAABE/-WLqfynHNpY/s220/cowboy.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6672872176459349250.post-6887182398979813140</id><published>2010-07-27T04:22:00.000-07:00</published><updated>2010-07-27T04:38:01.688-07:00</updated><title type='text'>@Minha Verdade II:Jornalismo de Investigação, sexo dos anjos e “política de abutres”</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;À guisa de frustração, indignação, estupefacção, (es)pasmos, alarmismos por, pelo segundo ano consecutivo, não haver premiados no concurso de Jornalismo de Investigação Carlos Cardoso, a classe como que despertou e ensaiou há dias um tão pretenso quanto suposto debate sobre a qualidade do nosso jornalismo, mormente de investigação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De repente, fruto de grandes descobertas feitas à luz das intervenções dos palestrantes/oradores dos seminários sobre Jornalismo de Investigação promovidos na semana do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, a não atribuição do Prémio Carlos Cardoso provocou um sub-debate.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será porque não houve distinguido ou porque nenhum dos concorrentes conseguiu levar a mola para casa? Ou seja, perguntando de outro modo, será pela honra ferida da classe ou porque não saiu a “mola”?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uns defendem que não havia qualidade suficiente nos trabalhos concorrentes; outros culpam as redacções por não dedicarem recursos ao jornalismo de investigação; outros ainda clamam por acções de formação sérias e instituição de fundos de apoio a investigação; e outros mais alinham no diagnóstico de uma das consciências morais da intelectualidade nacional, o biólogo, escritor e ex-jornalista Mia Couto: mais do que falta de um jornalismo de investigação a sério, há falta de qualidade no jornalismo em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós, os mesmos que caímos na tentação da “democracia da opinião” e instituímos grandes “opinion makers” em colunas de jornais, debates radiofónicos e de televisão, corremos agora a culpar uma figura abstracta: o contexto, a situação, o ambiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em minha verdade, julgo estarmos senão a fazer uma autópsia criativa, não em busca da verdadeira razão-culpa e dos culpados da morte do jornalismo de investigação em Moçambique. Sim, falo de morte, porque para mim o Jornalismo de Investigação morreu com o assassinato de Carlos Cardoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não porque Carlos Cardoso fosse o senhor absoluto e fiel depositário do jornalismo de investigação em Moçambique. O facto é que com a morte de Cardoso nasceu o medo, ou escudamo-nos no medo para criar um “status quo” em que, progressivamente, se auto-desestimulou a prática da investigação jornalística no País, qual suicídio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quem matou o jornalismo de investigação? Fomos nós, os jornalistas, quando enterramos Carlos Cardoso e estigmatizámos o Marcelo Mosse - assim como a sociedade fazia, até meados, dos anos 90 com os seropositivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, porque após a morte de Carlos Cardoso foi este seu discípulo quem, de forma sistemática e consistente, dedicou-se a trabalhos de investigação jornalística, enquanto a tal de inveja tipicamente nossa campeava e tratou de o tomar por “encomendado” e propiciou que à sua volta não florescessem, salvo raras excepções, outros cultores da “cardosiana missão” de investigar, com método e objectividade dignos desse nome de jornalismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na vaga de fundo deste debate pródigo de uma discussão do sexo dos anjos reside senão um “lobby” por novos fundos de doadores, como se isso fosse a panaceia para o jornalismo de investigação em Moçambique – assim como já houve um fundo para o desenvolvimento dos media patrocinado pela UNESCO que deu no que não deu…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero, sinceramente - que, tal como depois da estigmatização dos seropositivos e da seropositividade em Moçambique - não haja uma epidemia, quero dizer, pandemia de soluções e estratégias para viabilizar o Jornalismo de Investigação em Moçambique através de mundos e fundos que alarguem os bolsos e bolsas, permitam principescas mordomias e propiciem acumulações especulativas de capital …e no final o Jornalismo de Investigação volte à estaca zero (onde estamos hoje), depois de alguns “anos dourados” de financiamentos, formações, galardões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não que eu seja contra tais iniciativas, antes pelo contrário, sou bastante a favor, até me coloco na linha da frente. Mas, antes dos fundos e das bolsas de investigação e de formação, há que se firmar compromissos sérios, individuais e colectivos, de quem realmente quer fazer Jornalismo de Investigação EM NOME DA VERDADE, PELO INTERESSE PÚBLICO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É que, verdade seja dita, a promessa de novos fundos neste país é como a descoberta de um cadáver ainda fresco no deserto, os abutres são sempre os primeiros a sentir o cheiro e a fazer a festa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: Como minha humilde contribuição ao debate, em breve publico o meu MANIFESTO PELO JORNALISMO DE INVESTIGAÇÃO EM MOÇAMBIQUE. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Publicado na Edicao nr. 87, de 27 de Maio de 2010, do Jornal @Verdade&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6672872176459349250-6887182398979813140?l=miltonpost.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://miltonpost.blogspot.com/feeds/6887182398979813140/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://miltonpost.blogspot.com/2010/07/minha-verdade-iijornalismo-de.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6672872176459349250/posts/default/6887182398979813140'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6672872176459349250/posts/default/6887182398979813140'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miltonpost.blogspot.com/2010/07/minha-verdade-iijornalismo-de.html' title='@Minha Verdade II:Jornalismo de Investigação, sexo dos anjos e “política de abutres”'/><author><name>Milton Machel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13051898816740164193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-G_bLQ3aXWzM/TZrPDgAkJhI/AAAAAAAAABE/-WLqfynHNpY/s220/cowboy.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6672872176459349250.post-3984294628466779122</id><published>2010-07-27T04:14:00.000-07:00</published><updated>2010-07-27T04:17:03.573-07:00</updated><title type='text'>@Minha Verdade I: Do valor das indústrias culturais</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Queria escrever sobre campanhas e “ways of working” (maneiras de trabalhar), duas questões que me são muito caras, não só porque delas retenho das maiores lições aprendidas e apreendidas em dois de meus anteriores e, como sempre, edificantes empregos: no Jornal Savana, de 2004 a 2006 e na ONG Internacional Oxfam, de 2006 a 2009.&lt;br /&gt;Vou deixar, para melhor reflexão, esse assunto, prometendo que em próximas ocasiões direi de minha verdade mais profunda e aprofundadamente.&lt;br /&gt;Decidi escrever sobre uma questão incontornável neste país, mas que passou como que despercebida, pouco comentada por estes dias, quanto mais não seja para vos recomendar como leitura.&lt;br /&gt;Semana passada, o Director do recém-criado Instituto Superior de Artes e Cultura (ISAC), Filimone Meigos, deu uma interessante entrevista ao suplemento Cultural do Jornal Notícias, numa conversa agradável com o meu camarada de ofício Gil Filipe.&lt;br /&gt;O multi-facético Filimone Meigos (é académico, já foi militar, jornalista, actor, é poeta, escritor, filósofo…enfim!) procurou tanto desmistificar essa visão preconceituosa de cultura circunscrita e reduzida às manifestações artísticas como nos enaltecer do valor da cultura, das indústrias culturais – enfatizando mesmo a sua contribuição para o PIB.&lt;br /&gt;A entrevista deu-nos também a perceber da importância estratégica do ISAC para o futuro: formar quadros que saibam gerir a indústria da criatividade e das artes, como um “business” e sector de actividade económica que dê realmente uma nova fonte de receitas para o fisco.&lt;br /&gt;Pois aqui está a primeira questão que pretendo discutir, em termos de criação de políticas culturais. Tudo bem, já se começa a materializar uma política cultural na formação de quadros gestores (empresariais queira-se) dos criativos e das criações pródigas da nossa cultura.&lt;br /&gt;Mas uma política cultural sobretudo deve ser uma visão de conjunto, deve ser melhor que a soma das partes: lei do mecenato (moribunda) aqui, reconhecimento de direitos dos autores ali, festivais de cultura acolá, prémios e incentivos monetários além…etc&lt;br /&gt;Uma visão de conjunto da política cultural deste país passa por definirmos, de uma vez por todas, todo esse mosaico que nos caracteriza como seres culturais genuinamente moçambicanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passa por documentar, registar, catalogar e valorizar todas as manifestações que nos identificam como Moçambicanos e que nos tornam únicos no Mundo. Passa por uma política de marketing que traduza em produtos culturais essas manifestações identitárias do nosso ser e estar, defina a(s) devida(s) praça(s) ou mercado(s) para a sua promoção assim como estabeleça uma estratégia de preços que coloque tudo o que produzimos numa balança e sob um selo de qualidade que nos torne competitivos no mercado global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma visão estratégica do que somos e que queremos que sejamos neste mundo globalizado, dos twitters, dos facebooks, dos blogues, dos You Tubes, emailing passa por conceptualizarmo-nos como produto cultural, definirmos metas a atingir, objectivos por superar, tácticas claras e meios certos para o fazer, fases por cumprir e estabelecer parâmetros de seguimento e avaliação.&lt;br /&gt;Resumidamente, transformarmos o nosso mosaico cultural em Indústrias Culturais passa por aprendermos a lição da história: conhecer o nosso passado, perceber o nosso presente e projectar o nosso futuro.&lt;br /&gt;Sem dogmas, sem preconceitos, sem tabus do que fomos e somos há que assumirmos o desafio há anos lançado pelo nosso filósofo Severino “Mukatchane” Ngoenha: Por Uma Dimensão Moçambicana da Consciência Histórica.&lt;br /&gt;Se combinarmos o saber cultural com uma visão de negócio, “fifty-fifty” sem que um anule o outro, aí sim, poderemos combater verdadeiramente a ditosa pobreza absoluta que habita em nós…&lt;br /&gt;Por isso, eu vou voltar a ler e reler Filimone Meigos e convido-o também a fazê-lo e, se quiser, em outra ocasião e aqui como em outro lugar poderemos discutir sobre “QUEM SOMOS NÓS?”&lt;br /&gt;“Meninos de Ninguém”, “República de Mininus”?  &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Publicado na Edicao nr. 86, de 20 de Maio de 2010, do Jornal @Verdade&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6672872176459349250-3984294628466779122?l=miltonpost.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://miltonpost.blogspot.com/feeds/3984294628466779122/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://miltonpost.blogspot.com/2010/07/minha-verdade-i-do-valor-das-industrias.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6672872176459349250/posts/default/3984294628466779122'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6672872176459349250/posts/default/3984294628466779122'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miltonpost.blogspot.com/2010/07/minha-verdade-i-do-valor-das-industrias.html' title='@Minha Verdade I: Do valor das indústrias culturais'/><author><name>Milton Machel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13051898816740164193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-G_bLQ3aXWzM/TZrPDgAkJhI/AAAAAAAAABE/-WLqfynHNpY/s220/cowboy.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6672872176459349250.post-4905055547207360551</id><published>2010-07-27T03:56:00.000-07:00</published><updated>2010-07-27T04:14:03.400-07:00</updated><title type='text'>@Minha Verdade: Dos tempos da filosofia aos tempos da diversão</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Bem-vindos ao Moçambique 2.0. Não, caros patrícios, não é esse Moçambique dos internautas, dos bloguistas, dos facebookers, dos twitteristas, das redes ou media sociais que se multiplicam em círculos de interesse, de amizades e cumplicidades...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não meus caros, o Moçambique 2.0 de que vos falo é uma tentativa, uma exigência política por um país de debates, um país que debate ideias, que debate em prol do seu desenvolvimento, que pensa, que exerce o senso crítico...um país “cópia de carbono” do Partido FRELIMO: que faz crítica e auto-crítica como fonte da sua constante reinvenção e motor do desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse país, não tenhamos dúvidas, é tanto produto como reprodutor dos debate-papos de barraca, das conversas de café, dos debates no MoçambiqueOnline, dos fóruns de chats e da blogosfera nacional. É um país excessivamente jovem quanto efervescentemente juvenil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um país 2.0 que se pretende a Grécia (no inglês, TO PRETEND quer dizer FINGIR, se me faço entender…); não a Grécia pós-moderna, de hoje, falida económica e financeiramente; mas a Grécia antiga e clássica da Ágora, a Grécia de Platão, de Sócrates, de Aristóteles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moçambique 2.0 é um país virtuoso, o do ÓCIO GREGO, que transforma os círculos de bebedeiras (e lucram as cervejeiras!) no verdadeiro “espaço público”, de diversão da opinião pública, de pura diversão das massas, como pão e circo… enquanto as elites exercem o NEGÓCIO ROMANO, o das ma$$as.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Moçambique 2.0 há liberdade de expressão quase sem limites, que permite todos exercerem a sua opinião, dando a cara ou como anónimos, seja por pseudónimos. No Moçambique 2.0 debate-se muito, nas plateias das televisões, por linhas de SMS, nas páginas de opinião de jornais, nos blogues e fóruns online…pode-se acusar, caluniar, mentir, difamar, insultar… Enfim, é a democracia da opinião!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Moçambique 2.0 é o tal, segundo Ungulani Ba Ka Khossa, que “enferma do síndrome de permissividade” de todos darem a sua opinião. Paradoxalmente, nesse Moçambique o acesso público à informação é a filha da…MARIA IMACULADA DOS SANTOS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quiçá, para alimentar  o espírito empreendedor e a capacidade produtiva (produção e produtividade) deste Moçambique 2.0,  o “establishment” (qual Estado-Providência) forneceu duas novas matérias-primas: Geração da/de Viragem e Empreendedorismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste Moçambique 2.0, ser ou não ser da Geração de/da Viragem é que é A Questão. Neste Moçambique 2.0, há escolas universitárias públicas de empreendedorismo, políticos dão palestras sobre empreendorismo, no discurso oficial é um imperativo nacional constar a palavra empreendedorismo, há cursos de verão de e sobre empreendedorismo (que surgem aos cogumelos como as escolas de inglês – lá está uma nova iniciativa empreendedora).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegados aqui, caros patrícios, o “métier” obriga-me a dizer d’@ minha verdade:&lt;br /&gt;1.    Desconfio muitas vezes que o que dizemos que somos, que estamos a fazer, não passa daquilo que no inglês se designa de WISHFUL THINKING (por favor, não me peçam para traduzir esta, remetam à comissão nacional de tradutores que está a domesticar todos os documentos importantes que nos trarão benefícios por fazermos parte da Commonwealth…)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.    Não me lembro de quem é, talvez da sabedoria convencional, mas há uma citação que me ocorre sempre, segundo a qual: “quando se fala sempre de algo, é porque há escassez aguda disso”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3.    No Moçambique 2.0, a opinião é o ópio do povo…&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Publicado na edicao nr. 85, de 13 de Maio de 2010, do Jornal @Verdade&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6672872176459349250-4905055547207360551?l=miltonpost.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://miltonpost.blogspot.com/feeds/4905055547207360551/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://miltonpost.blogspot.com/2010/07/minha-verdade-dos-tempos-da-filosofia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6672872176459349250/posts/default/4905055547207360551'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6672872176459349250/posts/default/4905055547207360551'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miltonpost.blogspot.com/2010/07/minha-verdade-dos-tempos-da-filosofia.html' title='@Minha Verdade: Dos tempos da filosofia aos tempos da diversão'/><author><name>Milton Machel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13051898816740164193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-G_bLQ3aXWzM/TZrPDgAkJhI/AAAAAAAAABE/-WLqfynHNpY/s220/cowboy.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6672872176459349250.post-5591700925283975573</id><published>2010-07-27T03:46:00.000-07:00</published><updated>2010-07-27T03:56:40.043-07:00</updated><title type='text'>O Retorno do Bom Rebelde</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Ensaiei, há por ai dois meses, o meu retorno a blogosfera - o meu amigo blogonauta, cibernauta, bloguista e adiado (por culpa minha) partner Egídio Vaz Raposo que o diga. Mas foi um ensaio em falso...porque pretendia faze-lo no Estado da Media mas vim cair aqui. Perdi minhas "chaves" de acesso ao meu Estado da Media (já viram, né, um indivíduo perder as chaves da porta de sua casa e já nao saber como entrar em sua própria casa por nao diminar as artes de arrombamento!).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Decidi, por isso, regressar mesmo aqui, no Milton Post, e passarei a publicar as minhas crónicas semanais no Jornal @Verdade - já vou na décima segunda semana consecutiva como colunista, com @Minha Verdade). Passo, entao, a partilhar os textos já escritos nas doze semanas anteriores e prometo seguir a mesma consistencia publicando os vindouros aqui em cada sexta-feira que eu assinar a minha coluna &lt;a href="mailto:n"&gt;n'@Verdade&lt;/a&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Publicarei uns e outros textos esporádicos, de intervencoes tipo SMS que faco no Facebook ou no Twitter...para além de textos autorizados do meu amigo "O Régulo da Cabeca do Velho".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E prontos, assim regresso. Já já vos brindo com meus textos &lt;a href="mailto:d"&gt;d'@Verdade&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Estou de volta, porque a rebeldia nao tem pausa!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6672872176459349250-5591700925283975573?l=miltonpost.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://miltonpost.blogspot.com/feeds/5591700925283975573/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://miltonpost.blogspot.com/2010/07/o-retorno-do-bom-rebelde.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6672872176459349250/posts/default/5591700925283975573'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6672872176459349250/posts/default/5591700925283975573'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miltonpost.blogspot.com/2010/07/o-retorno-do-bom-rebelde.html' title='O Retorno do Bom Rebelde'/><author><name>Milton Machel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13051898816740164193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-G_bLQ3aXWzM/TZrPDgAkJhI/AAAAAAAAABE/-WLqfynHNpY/s220/cowboy.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6672872176459349250.post-7016378058385660939</id><published>2009-10-15T01:59:00.000-07:00</published><updated>2009-10-15T03:04:23.697-07:00</updated><title type='text'>Um Cavalo de Troia chamado DOXA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;CANTAR, PARA MIM, E' SACERDOCIO, O RESTO E' O RESTO... - ELIS REGINA&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ha um cavalo de troia que se introduziu nos media. Esse Cavalo de Troia chama-se DOXA. Nos os media estamos a divertir-nos com ele, mas nao estamos a perceber que pode constituir a nossa ruina.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Passo a explicar, melhor, explicitar:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como homem de media, fanatico para melhor definir, e como responsavel pela Informacao de um canal televisivo estou bastante preocupado com a tendencia actual, crescente no nosso Jornalismo...que passou das paginas de jornais para as televisoes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Confesso que me sinto regozijado pelo facto de um dos meus desafios na Direccao de Informacao da TIM se ter materializado: seis servicos noticiosos diarios, dois principais (Jornal das 13 e Jornal das 19/Jornal de Sabado e Jornal de Domingo), dois de desenvolvimento ou de ligacao (developing story em perspectiva - TIM Noticias &amp;amp; TIM Desporto as 10:30 e 16:00 hr) e dois servicos de flash-news (destaques do dia e noticias de ultima hora as 22:30 e resumo das noticias gerais e de desporto do dia anterior as 7:00h).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nao me apraz por uma questao de auto-realizacao, mas porque penso que esse deve ser um dos desafios da Informacao em Mocambique na actualidade. Porque? Porque, com a expansao do ensino superior pelo Pais, senao massificacao, com ou sem qualidade, este traz consigo a activacao de cidadania...pela tomada de consciencia dos direitos e deveres dos cidadaos num estado que se quer de Direito, de Liberdade de Expressao e de Imprensa, enfim numa Democracia de facto e de direito.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com a emergencia dos blogues, com jornais a surgirem todos os dias, com foruns de debate online, dicussoes em email networking, cabe aos media,em particular a televisao, nao imitarem ou transferirem pura e simplesmente esse circulo de debates, de exercicio da pura opiniao, para os seus espacos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cabe aos media oferecerem a pura noticia, os factos, as estorias, multiplicarem-se em servicos de noticias, mas noticias de facto, nao noticia com base nas declaracoes de doutas figuras, alegacao, opiniao, comentario, na suposta e pretensa analise. Precisamos de cada vez mais jornalismo fundado na reportagem, no relato vivo, na narracao de acontecimentos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A verdadeira analise que se quer, sobretudo ao vivo, na radio, na televisao, ou seja no audiovisual deve ser uma contextualizacao...uma interpretacao dos factos para entendimento dos telespectadores e para esclarecimento dos ouvintes. E' aquilo a que eu chamaria de TEXTO (relato dos factos) E CONTEXTO (explicacao dos factos), nao TEXTO E PRETEXTO (opiniao pessoalissima e juizo de valor sobre os factos).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O problema e' que nos os media, ao inves disso, fascinados pela verve dos opinionismos, pelo pretenso debate multiplicamo-nos em espacos de debate, de achismos, de contendas, passamos a ser ou GREGOS OU TROIANOS. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Hoje, por hoje, O ACHISMO derrota O FACTO, a hermeneutica domina a evidencia... Em nome da liberdade de expressao, do alargamento do espectro democratico, da activacao de cidadania, os media dedicam cada vez mais espaco para a opiniao e cada vez menos para a pura noticia. O espectaculo da opiniao alarga-se e afunila-se o das estorias. A televisao, em Mocambique, em particular, esta' a vivar uma arena onde ao POVO SE OFERECE PAO E CIRCO. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nesta onda de manipulacao da opiniao publica pela opiniao publicada perde o jornalismo. Haja debate, sim, mas preocupemo-nos cada vez mais em reportar assuntos, estorias, em narrar episodios da vida real...ate' para que haja factos que fertilizem e sustentem um verdadeiro debate de assuntos, de ideias e nao de coisas, instituicoes e pessoas. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6672872176459349250-7016378058385660939?l=miltonpost.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://miltonpost.blogspot.com/feeds/7016378058385660939/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://miltonpost.blogspot.com/2009/10/um-cavalo-de-troia-chamado-doxa.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6672872176459349250/posts/default/7016378058385660939'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6672872176459349250/posts/default/7016378058385660939'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miltonpost.blogspot.com/2009/10/um-cavalo-de-troia-chamado-doxa.html' title='Um Cavalo de Troia chamado DOXA'/><author><name>Milton Machel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13051898816740164193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-G_bLQ3aXWzM/TZrPDgAkJhI/AAAAAAAAABE/-WLqfynHNpY/s220/cowboy.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6672872176459349250.post-650412246332084341</id><published>2009-09-21T08:02:00.000-07:00</published><updated>2009-09-21T08:56:23.193-07:00</updated><title type='text'>Por Detras do Jornalista</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Backstory! Behind The News! The Story Behind The Story! Gosto deste conceito, muito americanizado, de fazer jornalismo. E por isso que, seguindo esse moto, decidi voltar a blogosfera activa. Estava a passar muito mal, assumo, por ter congelado o Estado da Media. Mas nao creio que possa analisar o trabalho dos media, estando na direccao de jornalismo de um media nacional.&lt;br /&gt;Por isso, regresso agora assumindo que muitas vezes escreverei como jornalista, fanatico de media, mas escreverei sobretudo como o homem por detras do jornalista, o mortal por detras do fazedor de manchetes: o amante das letras, o quasi-poeta, o cinefilo, o amante da politica e das ideias, o apaixonado pelo marketing politico, o melomaniaco. o Obamaniaco. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vou falar de filmes que ando a ver, de musica que ando a escutar, de livros que ando a ler, de estorias que ando a ver na TV, de materias que ando a ler, na Net e nos jornais e revistas de minha predileccao. Vou ser um bocado narcisista, mas procurarei sempre dar esse lado de mim, seja ele lado lunar ou nao. Enfim, vou expor-me. Espero que conhecam a minha backstory, que aceitem partilhar os meus factos, argumentos e posicionamentos Behind The News...e comunguem, sobretudo na discordia, da The Story Behind The Story que procurarei trazer.&lt;br /&gt;Viva a blogosfera, sejam bem-vindos ao Milton Post!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6672872176459349250-650412246332084341?l=miltonpost.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://miltonpost.blogspot.com/feeds/650412246332084341/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://miltonpost.blogspot.com/2009/09/por-detras-do-jornalista.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6672872176459349250/posts/default/650412246332084341'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6672872176459349250/posts/default/650412246332084341'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://miltonpost.blogspot.com/2009/09/por-detras-do-jornalista.html' title='Por Detras do Jornalista'/><author><name>Milton Machel</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13051898816740164193</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-G_bLQ3aXWzM/TZrPDgAkJhI/AAAAAAAAABE/-WLqfynHNpY/s220/cowboy.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
